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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Faturamento da mineração deverá crescer 45% no ano

Segundo o Ibram, em 2010, a Produção Mineral Brasileira deverá atingir novo recorde, totalizando US$ 35 bilhões, o que configurará um aumento de 45% se comparado ao valor registrado em 2009. O Pará e Minas Gerais dividem a liderança da mineração brasileira. E as expectativas a longo prazo são de que o Pará alcance o primeiro posto na produção mineral brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) até 2014, os investimentos do setor mineral no Brasil totalizarão US$ 62 bilhões, dos quais 40% na Amazônia, o que corresponde a cerca de US$ 25 bilhões.

Com o avanço dos investimentos, cresce também o número de profissionais trabalhando no setor. Este ano, o total de mão de obra empregada na mineração alcançou 160 mil trabalhadores no Pará. Porém, estudos feitos pelo Ministério das Minas e Energia mostram que o efeito multiplicador de empregos é de 1/13 no setor mineral, ou seja, para cada posto de trabalho da mineração, são criadas 13 outras vagas ao longo da cadeia produtiva. Em resumo, pode-se considerar que o setor manteve empregados cerca de dois milhões de empregos diretos em 2010 em todo o País. Apesar do entrave da mão de obra especializada, a atividade mineral é a que mais investe em treinamento, tanto de caráter interno quanto nas comunidades nas qual está inserida.

No II Congresso de Mineração da Amazônia e na Exposibram, que se encerraram ontem, em Belém, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), José Conrado Santos, informou que 71% das indústrias do Brasil fazem o treinamento indoor, ou seja, dentro da própria empresa. Na mineração esse percentual supera 90%, o que comprova claramente a necessidade da mão de obra qualificada para atividade.  Fonte: Oliberal


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XII Simpósio de Geologia do Sudeste

Confirmado praticamente um ano antes de sua realização, o 12º Simpósio de Geologia do Sudeste será realizado em Nova Friburgo, de 8 a 11 de novembro de 2011. No Palácio Barão de Nova Friburgo, sede do governo municipal, o prefeito em exercício, Dermeval Neto, e os secretários municipais de Cultura, de Turismo e de Meio Ambiente receberam representantes da comissão organizadora do evento. Realizado pela SBG-Núcleo Rio de Janeiro, o Simpósio de Geologia do Sudeste é o maior do gênero no Brasil e acontece a cada dois anos, em anos ímpares, quando reúne cerca de 600 participantes, entre geólogos, geofísicos, geoquímicos, geógrafos, engenheiros ambientais, profissionais da área de mineração, meio ambiente e geotecnia; analistas de sistemas, engenheiros, empresários do setor e estudantes de graduação e pós-graduação. Motivos não faltaram para a comissão organizadora escolher Nova Friburgo como sede do Simpósio: considerada Município-Parque; geologia de especial interesse, que inclui vários monumentos geológicos, como Furnas do Catete, Pedra do Cão Sentado, Pedra do Caledônia, Parque Estadual dos Três Picos; áreas preservadas de Mata Atlântica; aspectos naturais; polo turístico; infraestrutura e muito mais. A 12ª edição do simpósio, cujo tema é “Geologia e Sustentabilidade”, terá como espaço principal o Teatro Municipal de Nova Friburgo, localizado na Praça do Suspiro. Geólogos e geocientistas de toda a região sudeste apresentarão os avanços no setor nos últimos dois anos e serão discutidos assuntos como “Patrimônio geológico, Geoturismo e Geodiversidade”; “Riscos geológicos (e as implicações) no Ordenamento Territorial Urbano”; “Recursos minerais do Sudeste e Educação ambiental”. O presidente de honra do SGS 2011 será o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, geólogo Guilherme de Oliveira Estrella.

Fonte: A voz da Serra

domingo, 28 de novembro de 2010

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Saudações Geológicas!

A nova de hoje é que agora o Geologia em Foco também tem um twitter! hahaha

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

DNPM lança novo SIGMINE na Exposibram Amazônia

O Departamento Nacional da Produção Mineral disponibiliza mais uma ferramenta de grande interesse ao público em geral, grupos e instituições relacionadas ao setor mineral, o Sistema de Informações Geográficas da Mineração – SIGMINE. O Sistema foi lançado nesta quarta-feira (24/11), na Exposibram Amazônia 2010, em Belém, no Pará. Esta nova versão do SIGMINE foi desenvolvida pela Coordenação de geoprocessamento da Coordenação Geral de Tecnologia de Informação e Geoprocessamento – CGTIG, com o objetivo de ser um sistema de referência na busca de informações atualizadas relativas aos processos minerários cadastrados no DNPM, associado a outras informações geográficas de interesse ao setor produzidas por órgãos públicos, com o objetivo de proporcionar ao usuário uma consulta aos dados e análises relacionais de caráter espacial. Nesta versão do sistema SIGMINE, as informações são georreferenciadas e apresentadas por mapas digitais, no formato vetorial e raster, onde cada tema é disposto como uma camada que, ao se associar uma à outra(s) permite realizar diferentes tipos de consultas e análises, com a possibilidade de fazer pesquisas e a inserção de informação espacial de interesse do usuário. Todas as informações disponibilizadas no SIGMINE pelo DNPM e pelos órgãos públicos são oficiais e atualizadas conforme a periodicidade disponibilizada por cada instituição, sendo que, pelo fato da base de dados do DNPM ser dinâmica os dados são atualizados diariamente. Desta forma o DNPM espera alcançar o permanente objetivo de atender com excelência as necessidades do setor mineral, oferecendo informações atualizadas e necessárias ao seu crescente desenvolvimento.
(Por Departamento Nacional de Produção Mineral, novembro 25th, 2010)


Veja também: Mais de 200 empresas e organizações debatem futuro da Amazônia na Exposibram

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Lagos do planeta ficaram 2ºC mais quentes em 25 anos

Os lagos de todo o mundo ficaram, em média, 2ºC mais quentes desde 1985, o que representa aumento de temperatura duas vezes mais rápido que o da atmosfera global, segundo um estudo da Nasa. A agência espacial americana chegou à conclusão após medir a temperatura superficial da água em 167 lagos de todo o mundo através da tecnologia de satélite do seu Jet Propulsion Laboratory. O estudo, que será publicado nesta quarta-feira na revista Geophysical Research Letters, revela que os lagos se aqueceram em média 0,45ºC por década, e alguns chegaram ao ritmo de 1ºC por década. Os lagos que registraram os maiores aumentos de temperatura são os do hemisfério norte, especialmente os situados em latitudes médias e altas. O que mais se aqueceu foi o Ladoga, na Rússia, cuja temperatura aumentou 4ºC desde 1985, seguido de perto pelo Tahoe, situado entre Califórnia e Nevada (Estados Unidos), que subiu 3ºC no mesmo período, segundo o coautor do estudo, Simon Hook. Por zonas, o norte da Europa é onde se registra um aquecimento mais consistente, enquanto no sudeste do continente, na região dos mares Negro e Cáspio, as temperaturas da água aumentam de forma mais suave. Ao leste do Cazaquistão, na Sibéria, Mongólia e no norte da China a tendência de reaquecimento volta a se fortalecer, segundo indica o estudo. Na América do Norte, os lagos que mais se aquecem são os do sudoeste dos Estados Unidos, a um ritmo ligeiramente superior ao dos Grandes Lagos do norte. O aumento de temperatura é muito menor nos trópicos e no hemisfério sul, especialmente nas latitudes médias. Para avaliar a temperatura, os pesquisadores da Nasa utilizaram tecnologia de infravermelhos da Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos EUA NOAA, pela sigla em inglês) e da Agência Espacial Europeia (ESA).

Fonte: Msn


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